Do granizo à decisão agronômica, em dias — não em semanas.
Após uma forte chuva de granizo em Piedade (SP), produtores precisaram avaliar rapidamente o que era recuperável e o que precisava ser replantado.
A operação em Piedade (SP) combina atividade realizada em campo com etapas de workflow proposto e integrações que dependem do ambiente do cliente. Diferenciamos abaixo o que foi feito, o que é estimado e o que exige piloto adicional.
- Levantamento aéreo pós-granizo em Piedade (SP)
- Ortomosaico e índices multiespectrais por talhão
- Diagnóstico agronômico de perdas georreferenciado
- Entrega de laudo aéreo ao produtor
- Redução de insumo por hectare com aplicação por zona
- Preservação de janela agronômica com replantio direcionado
- Base de comparação por talhão em série temporal
- Pulverização variável e semeadura de precisão integradas fim-a-fim
- Exportação shape para pulverizador aéreo e maquinário do cliente
- Integração recorrente com cooperativas e seguradoras
- Aplicação em outras culturas e escalas descritas na expansão
Onde está a dor operacional.
Evento climático extremo
Granizo, geada e vendaval acontecem em janelas curtas e deixam perdas irregulares no talhão.
Janela agronômica curta
Cada dia perdido reduz a viabilidade de replantio e o retorno da safra.
Sem laudo georreferenciado
Seguradora, cooperativa e financiamento exigem evidência espacializada da perda.
Inspeção manual insuficiente
Andar no campo é lento, subjetivo e não separa o que replantar do que tratar.
O processo atual, passo a passo.
Comunicação informal por telefone ou WhatsApp.
Agrônomo percorre o talhão em amostragem, com bloco de notas.
Perda avaliada subjetivamente, sem mapa por hectare.
Replantio, defensivo e pulverização definidos por percepção.
Documento para seguradora sai dias depois, sem geolocalização.
Por que esse processo custa caro.
Insumo desperdiçado
Pulverização em área irrecuperável queima defensivo, fertilizante e HH de máquina.
Perda de produtividade
Sem diagnóstico rápido, o talhão recuperável não recebe o manejo certo no tempo certo.
Janela agronômica perdida
Cada dia sem decisão fecha a janela de replantio e reduz o rendimento da próxima safra.
Sinistro sem prova
Seguradora nega ou reduz indenização sem evidência espacializada da perda.
Sem base de comparação
Sem histórico aéreo do antes, o depois não pode ser mensurado com rigor.
Máquina mal utilizada
Trator e pulverizador cobrem talhão inteiro em vez de zona de manejo.

Do evento climático à prescrição no piloto agrícola, em dias.
Sensores, drones, IA e software — em camadas.
Mapeamento aéreo em alta resolução
Ortomosaico e NDVI por talhão em horas, com resolução cm/px.
Multiespectral + RGB
NDVI, NDRE e RGB detectam clorose, estande e severidade de perda por zona.
IA de diagnóstico por talhão
Modelo classifica zonas em recuperável, tratamento e replantio total.
Prescrição georreferenciada
Arquivo shape / shp exportado direto para o piloto agrícola e para a máquina em campo.
Pulverização inteligente por drone
Aplicação dirigida apenas às zonas que respondem — reduzindo insumo e HH.
Semeadura de precisão
Replantio focado nas áreas com perda total, dentro da janela agronômica correta.

O que a plataforma vê em campo.






O que muda no P&L da operação.
- Agrônomo em vistoria a péRecursos
- Bloco de notas, foto soltaRegistro
- Trator cobre talhão inteiroAplicação
- Semanas para diagnóstico e decisãoTempo
- Mapeamento aéreo + IA de diagnósticoRecursos
- Mapa de perdas georreferenciadoRegistro
- Pulverização e semeadura por zonaAplicação
- Dias para prescrição e execuçãoTempo
Diagnóstico em dias, não semanas
Ortomosaico, NDVI e mapa de perdas por talhão entregues na sequência do voo.
Insumo aplicado só onde responde
Pulverização dirigida evita defensivo em zona irrecuperável — corte real de custo por hectare.
Replantio no timing certo
Semeadura de precisão dentro da janela agronômica preserva o retorno da safra.
Laudo auditável para seguradora
Evidência georreferenciada sustenta pleito com cooperativa, seguradora e financiamento.
Base histórica por talhão
Cada voo entra em uma série temporal, permitindo comparar safras e eventos climáticos.
Menos HH de máquina
Trator e pulverizador atuam por zona de manejo, não por talhão inteiro.
Resultados dependem da cultura, do estágio fenológico, do tipo de evento climático e da integração com máquinas em campo.
Do sensor à decisão, em cinco camadas.
Câmeras RGB e multiespectrais em drone de mapeamento.
Georreferenciamento em campo com GNSS RTK e correção PPK.
Ortomosaico, NDVI/NDRE e série histórica por talhão em plataforma.
Diagnóstico automático de perda, estande e recuperabilidade por zona.
Prescrição shape para pulverizador aéreo e máquina em campo.
Fluxo tradicional vs. fluxo FlyDev.
- 01Aviso do produtorComunicação informal do evento climático.
- 02Vistoria a pé em amostragemAndando o talhão, sem cobertura total.
- 03Estimativa visualPercepção subjetiva de perda.
- 04Aplicação no talhão inteiroInsumo desperdiçado em área irrecuperável.
- 05Laudo tardio, sem geolocalizaçãoSinistro difícil de comprovar.
- 01Voo em horas após o eventoCobertura aérea total dos talhões afetados.
- 02Ortomosaico + NDVI/NDREBase multiespectral em alta resolução.
- 03IA classifica zonas de manejoRecuperável, tratamento e replantio total.
- 04Pulverização e semeadura por zonaApenas onde a resposta agronômica é real.
- 05Laudo georreferenciado no atoEvidência espacial pronta para seguradora.
