Patrulha e inspeção de rodovias, do sensor à ordem de serviço.
Concessionárias operam rondas com viatura, motorista e observador — e inspeções em campanha isolada.
Este caso combina trabalho já realizado, projeções de business case e etapas ainda a validar em piloto. Diferenciamos cada camada abaixo para evitar leitura ambígua.
- Análise do processo atual de patrulha e inspeção
- Levantamento técnico do trecho e dos ativos
- Prova de conceito com drone conectado via Starlink
- Estruturação do business case por km inspecionado
- Potencial de ~40% de redução no custo por km
- Modelo operacional 1:N (um operador para várias aeronaves)
- Cobertura recorrente 24/7 do trecho
- Operação contínua 24/7 em contrato de concessão
- Integração automática de OS com o SGP do cliente
- SLA de resposta a ocorrência em pista
- Desempenho dos modelos de IA em escala de malha
Onde está a dor operacional.
Rondas com viatura e dupla
Cada turno cobre poucos km com motorista, observador e viatura dedicada, expostos ao tráfego.
Inspeção pontual em campanha
Auditorias formais acontecem em janelas, deixando meses sem visibilidade real do pavimento e da sinalização.
Laudo subjetivo
Severidade, área e localização são preenchidas em planilha, com foto solta — sem padrão auditável.
Resposta lenta a ocorrências
Acidente, animal na pista ou bloqueio dependem de ronda passar pelo trecho ou chamada de usuário.
O processo atual, passo a passo.
Escala de viaturas por trecho, turno e dupla.
Motorista + observador percorrem a pista, com risco de tráfego.
Planilha, foto de celular, GPS aproximado do ponto.
Digitação em sistema, classificação de severidade sem padrão.
Ordem de serviço aberta com atraso, sem dimensão real.
Por que esse processo custa caro.
Custo alto por km ronda
Viatura, combustível, dupla de operadores, sinalização móvel — cobrindo pouco trecho por hora.
Exposição da equipe
Homem em pista é o maior risco operacional da concessão; cada ronda soma HH exposto.
Latência de resposta
Ocorrência só é vista quando a viatura passa — atrasando resgate, remoção e desvio.
Perda de SLA
Sem evidência mensurada, itens de revisão vencem prazo contratual e viram autuação.
Dado não auditável
Planilha e foto solta não sustentam pleito com poder concedente, seguradora ou usuário.
Bloqueios recorrentes
Cada intervenção sem dimensão real do dano gera fechamento de faixa maior do que o necessário.

Um drone no ar substitui a viatura, a dupla e o risco em pista.
Sensores, drones, IA e software — em camadas.
Conectividade Starlink
Uplink dedicado por aeronave com failover 4G/5G — vídeo e telemetria em baixa latência mesmo sem cobertura celular.
Drones autônomos
Aeronaves em pontos de apoio percorrem rotas pré-planejadas, sem operador em campo, com retomada automática.
Sensor fusion
RGB de alta resolução + térmico + LiDAR + GNSS RTK. Fotogrametria devolve dimensão real da patologia.
Visão computacional
Modelos treinados em pavimento e sinalização brasileira detectam 12+ classes de patologia e defensas.
Megafone embarcado
Alto-falante de longo alcance orienta motorista em risco, comunica bloqueio e apoia resgate antes da viatura.
OS georreferenciada
Cada ocorrência sai como registro auditável — coordenada, foto, m² / m linear, severidade DNIT — para o SGP.

O que a plataforma vê em campo.




O que muda no P&L da operação.
- Motorista + observador por viaturaRecursos
- Viatura, EPI, sinalização móvelMeio
- Planilha + foto de celularRegistro
- Ronda por turno · inspeção em campanhaFrequência
- Drone autônomo + operador remotoRecursos
- Aeronave, Starlink, sensor fusionMeio
- Ocorrência mensurada georreferenciadaRegistro
- Trecho auditado 24/7Frequência
Custo por km reduzido em ~40%
Estudo interno com concessionária — trocando ronda de viatura por drone com operador remoto.
Trecho auditado continuamente
Substitui inspeção em campanha por leitura recorrente, alimentando o plano de manutenção.
Equipe fora da pista
HH exposto ao tráfego cai drasticamente — o operador atua do centro de controle.
Resposta mais rápida a ocorrência
Drone chega antes da viatura, com vídeo ao vivo e megafone para orientação do usuário.
SLA sustentado com evidência
Cada item de revisão vira registro auditável para poder concedente e seguradora.
Menos faixa fechada
Dimensão real do dano permite intervenções cirúrgicas em vez de bloqueio conservador.
Números apresentados com base em estudo interno com concessionária — ganhos reais dependem do trecho, do contrato de concessão e da integração com o sistema de gestão de pavimento.
Do sensor à decisão, em cinco camadas.
RGB, térmico, LiDAR e GNSS RTK embarcados em drone autônomo.
Estabilização, pré-processamento e failover Starlink ↔ 4G/5G no ponto de apoio.
Ortomosaico, nuvem de pontos e séries históricas por km — dado geoespacial versionado.
Detecção, classificação e dimensionamento das patologias e ocorrências em pista.
OS mensurada no SGP, alerta ao CCO e comando de megafone em campo.
Fluxo tradicional vs. fluxo FlyDev.
- 01Escala e ronda com viaturaMotorista + observador por turno.
- 02Observação humanaAnotação em planilha, foto de celular.
- 03Digitação e classificaçãoSeveridade subjetiva em sistema.
- 04OS aberta com atrasoDimensão estimada, sem geolocalização precisa.
- 05Auditoria em campanhaContratação pontual, meses de gap.
- 01Missão programadaDrone parte do ponto de apoio pré-configurado.
- 02Coleta multi-sensorRGB + térmico + LiDAR + RTK com Starlink.
- 03IA detecta e medePatologia, defensa e sinalização classificadas em campo.
- 04OS georreferenciadaAuto-abertura no SGP com evidência auditável.
- 05Trecho auditado 24/7Base histórica contínua, sem janela de campanha.
