Escaneie o interior da obra com robô terrestre.
O drone resolve a visão externa do canteiro, mas a maior parte do custo de retrabalho nasce dentro do edifício: shafts, forros, prumadas, alvenaria e instalações executadas fora de projeto. Hoje esse desvio só aparece quando já está fechado por acabamento.
Qual problema de negócio esta solução resolve.
O drone resolve a visão externa do canteiro, mas a maior parte do custo de retrabalho nasce dentro do edifício: shafts, forros, prumadas, alvenaria e instalações executadas fora de projeto. Hoje esse desvio só aparece quando já está fechado por acabamento.
O processo atual, sem tecnologia.
A verificação interna é feita por trena, prancheta e fotos pontuais do engenheiro de campo. O as-built é reconstruído no fim da obra, muitas vezes por memória e marcação em planta impressa.
Por que este processo gera custo, risco e ineficiência.
O interior da obra é o ponto cego do monitoramento aéreo — e é justamente onde o retrabalho fica caro depois de fechado.
Ponto cego interno
Drone não cobre pavimentos fechados, subsolos e áreas confinadas.
Retrabalho fechado por acabamento
Desvio de instalação descoberto após revestimento custa muito mais para corrigir.
As-built tardio e incompleto
O registro final é reconstruído no fim da obra, com baixa confiabilidade.
Verificação amostral
Trena e inspeção visual cobrem apenas uma fração dos ambientes.
Como a FlyDev propõe mudar esse fluxo de trabalho.
Um robô terrestre autônomo com LiDAR SLAM e câmeras percorre os pavimentos em rota programada e gera nuvem de pontos interna recorrente. A plataforma compara o executado contra o modelo, aponta desvio dimensional e prumo, e mantém um as-built vivo do interior.

O que sai da análise
- Dashboard georreferenciado
- Alerta priorizado
- Relatório auditável
O entregável é a decisão — a imagem e a nuvem de pontos são apenas o meio de chegar até ela.
01 · Captura
02 · Processamento
- Detecção e classificação por IA
- Fusão dos sensores em um só modelo
- Comparação com o histórico do ativo
03 · Decisão entregue
Hipóteses de ganho a serem validadas.
Impacto potencial em custo, risco, produtividade e disponibilidade operacional — cada hipótese é testada em piloto, com métricas acordadas com o cliente.
- Equipe deslocada em campoRecursos humanos
- Viaturas, escalada, EPIMeio de coleta
- Planilha, PDF, papelRegistro
- Auditoria pontual, calendárioFrequência
- Sensor programado, autônomoColeta
- IA detecta e classificaInteligência
- Dashboard georreferenciadoInterface
- Histórico digital auditávelRastreabilidade
Retrabalho identificado cedo
Desvio interno aparece antes do fechamento de acabamento.
As-built contínuo
O registro do executado deixa de ser um esforço de fim de obra.
Cobertura de área confinada
Subsolos, shafts e pavimentos fechados entram no ciclo de monitoramento.
Menos horas de engenharia em conferência
A verificação dimensional deixa de ser manual e amostral.
Entrega mais previsível
Menos surpresas de compatibilização na reta final.
Base para operação e manutenção
O ativo é entregue com gêmeo digital interno utilizável pelo cliente.
A tecnologia é a ferramenta — não o produto.
Somente os sensores, modelos e interfaces necessários para viabilizar a transformação operacional descrita acima.
Antes × Depois — o workflow da operação.
Comparação direta entre o processo tradicional da indústria e o fluxo FlyDev que substitui parte relevante dessa rotina.
- 01Verificação por trena
- 02Fotos pontuais
- 03Marcação em planta impressa
- 04Conferência amostral
- 05As-built no fim da obra
- 06Retrabalho descoberto tarde
- 01Robô terrestre em rota autônoma
- 02LiDAR SLAM + câmeras
- 03Nuvem de pontos interna recorrente
- 04Comparação executado × modelo
- 05Desvio dimensional sinalizado
- 06As-built interno sempre atual
Avalie este caso de uso na sua operação.
Em uma sessão com o time da FlyDev, identificamos o processo atual, as hipóteses de valor, a arquitetura de sensor e IA, e desenhamos um plano de piloto para validar o caso junto com seu time.